DECLARAÇÃO DE INTENÇÕES

O que me distingue de um revolucionário, é que este quer mudar o mundo. eu não quero mudar rigorosamente nada, apenas registar a iniquidade humana.

terça-feira, 29 de outubro de 2013

O pior castigo do mundo por ter estuprado alguém?

Dear friends,


Liz, de apenas 16 anos, foi estuprada por um grupo de homens com tanta brutalidade que agora ela está em uma cadeira de rodas. Mas ao invés de prender os estupradores, a polícia pediu que eles cortassem a grama da delegacia e, em seguida, os soltaram. Grupos de direitos das mulheres estão pedindo à comunidade da Avaaz que faça disso um escândalo no mundo todo e ajude Liz a obter justiça. Assine para garantir que mais nenhuma criança como a Liz sofra:

assine a peticao
Liz, de apenas 16 anos, estava voltando pra casa após o funeral do seu avô quando foi cercada por 6 homens que se reversaram para estuprá-la. Em seguida, eles jogaram Liz, que estava inconsciente, em uma fossa de esgoto de 6 metros de altura. A punição por este crime? Os policiais pediram para os estupradores cortarem a grama da delegacia e depois os soltaram!

A aterrorizante história da Liz causou alvoroço em todo Quênia, e, neste momento, alguns políticos e a polícia estão sendo pressionados a fornecer mais esclarecimentos. Mas vários grupos dos direitos das mulheres no Quênia estão dizendo que nada vai mudar de fato, a menos que o governo de seu país sinta a pressão do resto do mundo. Eles estão pedindo ajuda urgente à comunidade da Avaaz para garantir que a justiça seja feita e que o pesadelo vivido por Liz marque o fim da epidemia de estupros no Quênia.

Ninguém foi responsabilizado pelo crime ainda – nem os estupradores, nem a polícia. Podemos mudar isto hoje. Vamos defender Liz antes que os seus estupradores e a polícia saiam impunes. Clique abaixo para buscar justiça por Liz e ajude a garantir que mais nenhuma menina seja alvo de tamanha violência no Quênia:

http://www.avaaz.org/po/justice_for_liz_loc/?bHdqrcb&v=30700

De acordo com a mãe da menina, os estupradores inclusive foram té a casa da Liz para insultar a família. Eles agiram como se estivessem acima da lei, e têm motivos para achar que podem fazer isso. Por causa de uma burocracia ridícula, a polícia registrou o ataque contra Liz como um "simples estupro" e pediu a mãe dela para "limpar a menina", destruindo provas essenciais. Agora os estupradores estão livres e, Liz, em uma cadeira-de rodas.

A história de Liz é um exemplo extremo de um problema muito maior. No Quênia, duas em cada três meninas em idade escolar, e metade dos meninos na mesma idade, já foram vítimas de abuso sexual. No início deste ano, uma decisão judicial única condenou a polícia por ter fracassado ao não fazer o que deveria fazer, e ordenou que eles fizessem valer as duras leis do Quênia contra estupro. O estrupro é proibido em todo o mundo, mas com muita frequência, as leis não são implementadas por aqueles que, na teoria, deveriam proteger nossas crianças. Podemos mudar isso começando pelo caso da Liz.

A polícia diz que eles não tem recursos nem o treinamento adequado para tratar de casos de estupro. Mas não é preciso muito treinamento para saber que cortar a grama não é a punição adequada pelo crime de estupro. Se conseguirmos garantir que estes estupradores e a polícia sejam responsabilizados, poderemos criar um precedente que levará a polícia do Quência a tratar dos casos de estupro como crimes sérios, não como pequenos delitos. Assine agora por mais justiça para Liz e para ajudar a acabar uma guerra contra a vida de nossas meninas:

http://www.avaaz.org/po/justice_for_liz_loc/?bHdqrcb&v=30700

Os membros da Avaaz têm um histórico de combate ao estupro em todo o mundo. Recentemente, na Índia, conseguimos fazer com que o governo se comprometesse a uma campanha de educação milionária para combater este problema no país. Ao passo em que é impossível para nós reverter o que aconteceu com Liz, podemos ao menos impedir que isto aconteça novamente. E nós conseguiremos.

Com esperança e determinação,

David, Anne, Sam, Bissan, Oli, Ricken, Emily e toda a equipe da Avaaz

PS: Liz é um pseudônimo fornecido pelo jornal queniano que revelou este caso e tem sido o nome usado pela imprensa. A foto acima não reflete sua imagem verdadeira.

PPS - Esta campanha foi criada por um membro de nossa comunidade no Quênia. Crie a sua agora e obtenha a vitória sobre quaisquer questões - local, nacional ou global: http://www.avaaz.org/po/petition/start_a_petition/?bgMYedb&v=23917

Mais informações
Valente garota luta pela vida enquanto seus estupradores são liberados (em inglês) (The Daily Nation)
http://www.nation.co.ke/lifestyle/DN2/When-rapists-go-scot-free/-/957860/2022572/-/skd9s8z/-/index.html

Má condução de justiça em caso de estupro brutal de gangue chama a atenção sobre polícia queniana (em inglês) (Sabahi Online)
http://sabahionline.com/en_GB/articles/hoa/articles/features/2013/10/18/feature-02

Polícia encerra investigação sobre estupro de menina (em inglês) (The Daily Nation)
http://www.nation.co.ke/news/Police-wrap-up-probe-into-girls-gang-rape/-/1056/2035702/-/format/xhtml/-/4rdyo/-/index.html 

Após marco na decisão de estupro do Quênia, toda atenção sobre a polícia (em inglês) (Globe and Mail)
http://www.theglobeandmail.com/commentary/after-kenyas-landmark-rape-decision-all-eyes-fall-on-the-police/article13545136/

Vítimas de estupro quenianos buscam compensação (em inglês) (IWPR)
http://iwpr.net/report-news/kenyan-rape-victims-seek-compensation

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quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Carta aberta ao spgl

caros colegas:
venho uma vez mais intentar obter uma resposta sindical para as medidas estranhas que os conselhos diretivos dos agrupamentos encetaram contra os docentes do 1º ciclo, desde o início do presente ano letivo e para as quais, além de um parecer jurídico, não tenho conhecimento de outras.
Para os que estão fora das escolas e não sabem do que eu estou a falar, passo a explicar:
Desde sempre, mesmo com salazar, os intervalos de 30 minutos entre as atividades letivas, o chamado recreio, sempre foi contabilizado como tempo letivo de serviço, até porque os professores do 1º ciclo nesse horário exercem funções de acompanhamento e vigilância dos alunos nos recreios.
Perante o espanto de todos os docentes, estes foram informados, em alguns agrupamentos, não em todos, que esse tempo passava a ser contabilizado como tempo não letivo, informações sempre dadas por boca, nada escrito e muito menos a respetiva fundamentação escrita suportando juridicamente a medida, até porque aos professores cabem as mesmas funções de sempre durante esses 30 minutos: acompanhamento e vigilância dos alunos durante o tempo de recreio.
Nalguns agrupamentos, a bizarria foi mais longe, como motivado pelas atividades de enriquecimento curricular os alunos passaram a ter não um mas dois recreios diários de trinta minutos, os diretores de agrupamento exigem que os professores façam três dias de acompanhamento e vigilância aos recreios, divididos entre a manhã e a tarde, o que leva ao absurdo de haver professores que acabam de cumprir o seu tempo letivo às 15:00 e são obrigados a regressar à escola para acompanharem o intervalo das 16:00 às 16:30, outros, cumprem o seu dia letivo até às 16:00 mas têm que prolongar a sua estadia na escola até às 16:30, pelo mesmo motivo: acompanhar e vigiar os alunos no intervalo da tarde.
Assim, caros colegas do spgl, gostaria que me informassem das diligências e ações que pensam desenvolver, pois já se está a passar muito tempo e os professores nas escolas desesperam, em solidão, com tanta arbitrariedade.
Cumprimentos
jaime crespo

(sócio nº 62275)