DECLARAÇÃO DE INTENÇÕES

O que me distingue de um revolucionário, é que este quer mudar o mundo. eu não quero mudar rigorosamente nada, apenas registar a iniquidade humana.

sábado, 30 de julho de 2011

opinião de António Chora

Privatizar é a palavra de ordem
Por Antonio Chora
Palmela
Privatizar é a palavra de ordem<br>
Por Antonio Chora<br>
PalmelaPretende o Governo Passos Coelho, segundo declarações do próprio e de vários dos seus Ministros, ir mais longe que a Troika também no campo laboral, com o objectivo de aumentar a competitividade, a produtividade e o emprego.

Vão impingir-nos tudo isto com afirmações de que a redução nas indemnizações por despedimento, leva ao aumento da competitividade, produtividade e emprego, como se despedir ou substituir trabalhadores aumentasse qualquer destes vectores.
O Governo que a maioria dos portugueses quiseram (os que votaram neles e os que pura e simplesmente não votaram), no seguimento do acordo com a Troika, vai levar ao Parlamento no dia 22 para discussão, a alteração das leis laborais acordadas na Concertação Social entre as associações patronais, o Governo Sócrates e a UGT e quer votá-las no dia 28 do mesmo mês, com ou sem discussão publica, ou fazer a discussão publica durante o mês de Agosto, tradicionalmente mês de Férias.

Pretende o Governo Passos Coelho, segundo declarações do próprio e de vários dos seus Ministros, ir mais longe que a Troika também no campo laboral, com o objectivo de aumentar a competitividade, a produtividade e o emprego.

Vão impingir-nos tudo isto com afirmações de que a redução nas indemnizações por despedimento, leva ao aumento da competitividade, produtividade e emprego, como se despedir ou substituir trabalhadores aumentasse qualquer destes vectores.

Na verdade, o que fará aumentar a competitividade, será o aumento da formação para uma melhor polivalência laboral, aumentar dos salários, estimular a Contratação Colectiva ao nível nacional e de empresa e um salário mínimo que deixe de ser um mini salário, reduzir os custos energéticos e preços logísticos para as empresas que se associem no transporte de mercadorias e de matérias primas, desenvolver o transporte por via ferroviária e marítima.

Mas por aqui este Governo não vai, sempre disseram ao que vinham, e vêem com o objectivo de privatizar tudo o que dê lucro, nacionalizar os prejuízos bancários bem como os nossos salários, veja-se a intervenção do Ministro das Finanças no passado dia 14.

Falou com tal convicção e despudor, que fez lembrar Salazar no discurso da tomada de posse no cargo de Ministro das Finanças, dizia o ditador nessa altura:

“…Eu o elucidarei (referindo-se ao Povo), sobre o caminho que penso trilhar…)

Seguiu-se a e revelação da maneira como pretende nacionalizar 50% do excedente do salário mínimo no subsidio de Natal, fê-lo com tal arrogância que me veio de novo à ideia as palavras de Salazar, no mesmo discurso, dizia o ditador.
“…. No mais, que o País estude, represente, reclame, discuta, mas que obedeça quando se chegar à altura de mandar…”

É aqui que como representantes dos trabalhadores temos que fazer a diferença, não podemos continuar a representar, a reclamar e a obedecer perante este novo PREC,
( Período Reaccionário Em Curso), temos que estudar as lutas dos Trabalhadores que resultaram na Grécia e na Irlanda, temos que ganhar os jovens estudantes, os precários, os desempregados e os pequenos e médios comerciantes para as lutas, (eles também vão ser vitimas da nacionalização de parte do nosso subsidio de Natal.)
Todos temos direito à indignação, à greve, à manifestação e à resistência conforme consagrado na Constituição.

Antonio Chora
Coordenador da Comissão de Trabalhadores da Volkswagen Autoeuropa.

entrevista - texto de António Chora




Esquerda - A Entrevista - 2011-07-31

quinta-feira, 28 de julho de 2011

retalhos sobre ADD

A trampa merece trampa como resposta
(coment´rios que deixei no blog profavaliação de Rmiro Marques)

A questão do mérito na ADD

Há pelo menos três pontos na ADD que causam mossa na minha personalidade:
1. A questão das aulas assistidas. Seja quem for o assistente das aulas, qualquer um pode preparar duas excelentes aulas e no resto do tempo ser uma mediocridade;
2. A formação, é de um absurdo total a exigência de que os professores frequentem a cada dois anos, cinquenta horas de formação, pagas do seu bolso, implicando despesas de deslocação e frequentadas nas horas em que deve estar a pensar nos seus alunos, a preparar aulas ou materiais didácticos ou simplesmente nos seus tempos de descanso e lazer e de recato familiar. Reconheço a necessidade de qualquer profissional se actualizar mas com esta cadência continua e nestas condições?
3. O relatório final de auto-avaliação, é o correspondente à confissão católica (sem ofensas a quem professa esta confissão), em vez de nos confessarmos ao padre, confessa-mo-nos ao chefinho.

Nem todos os docentes tem o mesmo nível de desempenho! E depois? Em qualquer actividade humana foi, é e será assim enquanto formos humanos e não seres robotizados e autómatos, parece-me que destas diferença nunca veio mal ao mundo, pelo contrário, tem sido precisamente em épocas de maior diferenciação entre os seres humanos que os males, implacáveis, se tem abatido sobre a humanidade.
A questão dos prémios de desempenho, sendo a noção de prémio um conceito capitalista, a verdade é que foi reintroduzido no mundo do trabalho coetânio... pelo Estalinismo!!! E agora recauchutado pelo sistema financeiro que se globalizou e governa o mundo.
Porque os burocratas tem o dom de subverter aos seus interesses toda e qualquer ideia, fazem o mesmo com o ADD, eu sou contra este ou qualquer outro sistema de ADD, avaliação de desempenho apenas vai promover a competitividade malsã e tal como os prémios promover os lambecús.
Aconselho:
Leitura: Os lambe-cus, Miguel Esteves Cardoso, in "Último Volume";
Documentário: Capitalismo, uma história de amor, de Michael Moore
Para melhor compreendermos o que nos rodeia e de onde tudo isto emana.

Já que o amigo passou toda a sua vida a avaliar e a ser avaliado, poderá fazer o favor de me explicar, assim como se eu fosse muito burro, com exemplos concretos e nada de conversa abstracta em que é que essa avaliação o tem beneficiado e consequentemente a empresa ou empresas em que trabalha ou trabalhou?
É que tenho conversado com amigos que são operários em diferentes ramos, outros são bancários, trabalham em seguradoras, uns estão no sector privado, outros no sector público, e todos são unânimes em dizer que a avaliação se serve para algo é para promover os lambe-cús, para acabar com a influência dos sindicatos, mudar o paradigma da solidariedade entre colegas de trabalho pelo paradigma da competição. De concreto, ninguém me consegue mostrar as vantagens em ser avaliado. É claro que cada um desses meus amigos, no local de trabalho dizem que gostam muito da avaliação e que ela é muito necessária, não querem ser despedidos.
O amigo sentia-se mais seguro num sistema judicial em que apenas 6% dos juízes são excelentes, 6% muito bons, 10% bons e o resto regular?
Há profissões que pela sua especividade, e incluo aqui os juízes, advogados, médicos, enfermeiros, polícias, professores,etc. que tem por força que ser quse excelentes a 100% porque a sua actividade é muito séria e dela depende a vida de terceiros. Mas essa excelência consegue-se com uma formação de base exigente e com a dignificação da profissão. Não me parece que um polícia que está à espera que chova para lavar a viatura possa apresentar um desempenho excelente...
Quanto ao ensino superior, os professores não têm nada que andar a criar ou inventar cursos e a recrutar alunos, mas como constituem, ou deviam, a massa crítica, a élite intelectual e científica do país, deverão sentir-se obrigados a publicar os conhecimentos que transmitem aos seus alunos e a partilhar esse conhecimento com o povinho, por exemplo publicar as palestras que dão ao longo do ano, publicar os resultados da sua investigação...
Inventar cursos e recrutar alunos? Sinceramente, assemelha-me aos coitados que diariamente me tocam à campainha a tentar vender MEOS, ZONs, ou outros...
Os professores querem ser avaliados divergem é na forma de como o fazer? Isso é para parecer bem, tenham coragem e digam o que realmente pensam, eu sou professor e não tenho problema em afirmar que recuso qualquer tipo de avaliação, quero continuar a trabalhar em solidariedade e não em competitividade com o meu colega da sala do lado e pelo que tenho conhecimento de onde se faz a avaliação de professores ou de outros quaisquer profissionais, a avaliação apenas serve para que os dirigentes da empresa ou escola dividam os trabalhadores, despeçam os indesejáveis (não os menos produtivos ou incompetentes), em suma, apenas serve para dividir para mandar.
Se me provarem por a+b os benefícios incontestáveis da avaliação, cá estou para dar a mão à palmatória, pois não tenho certezas de nada e estou cheio de dúvidas.

na pergunta que me fazes diretamente, o resto é confuso não compreendo a que te referes, deve ser dos 40º à sombra, pois no que me diz respeito tenho todo o gosto em voltar a repetir: sou contra a avaliação dos professores, como sou contra a avaliação de qualquer outro profissional. Não, leste mal, não digo que somos "todos iguais porque damos aulas", nem me faças recordar o "todos os animais são iguais mas uns são mais iguais que outros"; o que eu disse, reafirmo e defendo, ´+e que damos aulas e por isso somos uma classe profissional, os professores, para defendermos os nossos direitos devemos organizar-nos em sindicatos e eu perante o advento dos agrupamentos e dos mega-agrupamentos também defendo que devíamos passar a organizar comissões de professores nos agrupamentos. Com o vencimento que recebo, as despesas com as acções de formação, gastos com o computador e impressão de trabalhos em casa apesar de se destinarem à escola, de facto a santa casa e a sua sopa dos pobres está cada vez mais próximo de ser o meu futuro.
Avaliação formativa? Então não leu que eu considero isto uma confissão ao diretor (antigamente era ao padre)? Gosta de pagar4 as ações de formação e de as fazer ao sábado e domingo? Ou durante a semana das 7 da tarde à meia-noite? Não tem família? Se é tão bom professor como e quando prepara as suas aulas? Não dorme, tipo professor Marcelo?
A formação resolve-se exatamente na formação, ou seja, nas ESEs, aí é que a formação deve ser feita de forma a não deixar entrar na profissão quem não revela aptidões ou, como pomposamente hoje se diz, competências para exercer a profissão.
Eu sei que "o mundo pula e avança como bola colorida entre as mãos de uma criança", mas será que pula e gira tão rapidamente que os sacanas dos professores necessitem de se formar todos os anos?
Acabou o concurso nacional, trálálá, rebéubéubéu, pardais ao ninho. O concurso direto feito pelas direções dos agrupamentos é mais justo? Saiu de cena um concurso que apesar dos defeitos que tinha era justo para todos os concorrentes e tinha regras claras e entrou o sistema da cunha. só e apenas isso. Para lá de escolher tão bons professores que a maioria é indicada por presidentes de juntas de freguesia, de câmaras municioais, vereadores, etc. é uma justiça concursal (como eles dizem)a toda a prova, tão independente que na maioria dos casos quem decide, nada tem a ver com o ensino. É assim como se eu fosse júri num comcurso para nadadores-salvadores, não sei nadar confesso.
Se o professor avalia tem que admitir ser avaliado! Este argumento é tão rançoso... é como dizer que se um polícia prende também deve ser preso, ou se um juiz julga criminosos também deve ser julgado como criminoso. Por favor, já estou a ficar enfadado.
A avaliação aparece como arma para nos dividir enquanto classe profissional, para deixarmos de ser solidários e passarmos a ser concorrentes, e o principal, para terem uma desculpa pronta sempre que queiram despedir um professor.
Desculpe qualquer coisinha, mas na tropa, já dizia o sargento, " a velhice é um posto".

agradeço as palavras mas pode crer que eu sou bera, nada de confundir com béria, mesmo: calaceiro, subsidiodependente (ainda me faltava ouvir (ou ler) esta de que os professores são subsidiados.
"O povo anda mais tranquilo e menos irritado", não! O povo está de férias, pá!

Para ver se me faço entender, acabo de assistir num canal televisivo à leitura dos títulos dos jornais, então é assim "o governo pede aos patrões que...", "o governo exige aos trabalhadores...", já perceberam de que falamos quando falamos de avaliação?


Projetos de resolução do PCP e do BE para suspender a ADD não convenceram o Parlamento

Não foram os projetos que não convenceram, os políticos oportunistas (no caso, PSD e CDS/PP)é que revelaram a sua verdadeira face: mentirosos que dizem e fazem uma coisa para captar o voto, voto no bolso os eleitores que se lixem...


Modelo de ADD apresentado hoje, Aquilo que foi apresentado foi "uma mão cheia de nada, outra de coisa nenhuma". ou seja, o monstro pariu um monstrinho... 


Jaime Crespo
Professor do 1º CEB

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Jc’s radio – para ouvir “various positions, de Leonard Cohen


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Biografia

Consagração literária

Carreira musical

Retiro budista

Retorno à música

Discografia

Álbuns de estúdio

Ao vivo

Coletâneas

Livros

Em Portugal

Desmaio durante show

Notas

Curiosidades

Ligações externas

  1. "Dance Me to the End of Love" – 4:38
  2. "Coming Back to You" – 3:32
  3. "The Law" – 4:27
  4. "Night Comes On" – 4:40
  5. "Hallelujah" – 4:36
  6. "The Captain" – 4:06
  7. "Hunter's Lullaby" – 2:24
  8. "Heart With No Companion" – 3:04
  9. "If It Be Your Will" – 3:43

sábado, 16 de julho de 2011

IDEIAS P'RÓ PAÍS:


para não dizerem que aqui, da minha parte, é só má língua e bota abaixo; aqui venho, com a melhor das boas vontades, ajudar o governo do país neste momento que exige de todos um esforço colossal. Na senda da ministra Assunção Cristas que assumiu a desnecessidade das gravatas e a consequente poupança de energia em ar condicionado, segundo Assunção, o uso da gravata aumenta a temperatura corporal em 2Cº, isto até é capaz de prejudicar a performance sexual e talvez até matar os espermatozóides, o que explicaria a baixa da taxa de natalidade. Esta medida "da gravata", permite ainda poupar na importação de fatiota de luxo, tipo "armani", "dolce & gabbana", "ives saint-laurent", "armando zegna", etc., e tem a vantagem de todos, presidente da república, presidente da assembleia, primeiro ministro, deputados, ministros, secretários de estado, assessores, motoristas, porteiros, seguranças, etc., permite-lhes manter a compostura. É uma solução simples, prática, leve, fresca, elegante, continuem a imaginar adjectivos positivos que eu esgotei a lista. E qual é a solução, qual é? A tshirt engravatada! A solução é tão simples como o célebre "ovo de colombo". Foi criada pela empresa "wishirt", que bem me podia pagar qualquer coisinha pela divulgação que faço para aproveitamento da ideia, lá está, não é só descobrir as coisas, é necessários dar-lhe aplicação prática e para isso cá estou eu.
Esta tshirt pode ser comprada online aqui: http://www.wishirt.com/gravata-homem-p-331.html, existe em várias cores e em todos os tamanhos.
Portanto malta: todos a aderir ao uso da tshirt engravatada. Eu já tenho uma e tenho sido feliz com ela, acho até que faz bem aos bicos de papagaio.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Ensino – uma proposta de reorganização de classe, aos professores, em tempo de agrupamentos e mega-agrupamentos


Colegas:
Verificando-se, aos poucos e agora com o novo ministro a ameaçar fazê-lo de vez, a retirada de competências ao ministério da educação e sido as mesmas entregues quer às autarquias, quer agora à recuperada figura do(a) diretor(a), nota-se nas escolas a falta de uma entidade que faça a ligação e represente todos os professores da escola ou agrupamento junto destas instituições, autarquias e diretor.
Essa representação junto ao ministério cabia e cabe aos sindicatos, ainda que nem sempre o tenham feito no sentido dos interesses dos professores. A ligação entre os docentes e os sindicatos faz-se diretamente, ou através do delegado sindical.
Acontece que em muitas escolas e agrupamentos, por exemplo naquela onde eu trabalho, não há delegado sindical, por outro lado e com a complacência, quando não mesmo instigada pelo próprio ministério, assistiu-se a uma proliferação de sindicatos e organizações para sindicais, de tal maneira que o famigerado memorando de entendimento, subscrito por Maria de Lurdes Rodrigues e a plataforma sindical, a parte sindical englobava quinze (15!) organizações. Releva ainda o facto de que uma grande percentagem de professores, eu arriscaria mais de 50%, não são sequer sindicalizados e estão assim privados de qualquer representação ou defesa dos seus direitos.
Eu sei que aos senhores do poder emergente interessa que, não só os professores mas em qualquer profissão, as pessoas estejam o mais divididas possível, "dividir para (neste caso) governar", daí os contratos individuais de trabalho, o fim do vínculo à função pública, etc. E claro que tanto aos autarcas, como aos diretores, também lhes interessa tratar dos professores caso a caso e se possível nem ter que tratar com esta gente que, ainda por cima, tem alguma formação e custam a ficar calados e a aceitar as ordens sem refilar.

Ora, é minha opinião, ainda mais agora que de agrupamentos de escolas já se preparam os mega-agrupamentos, e quanto maior for a instituição mais desprotegido fica o docente enquanto individualidade, que faz todo o sentido propor a criação em cada escola, agrupamento ou mega-agrupamento, de uma estrutura do tipo que existe em algumas empresas, as comissões de trabalhadores, que neste caso poderá ser uma comissão de professores e que se constitua o elo de ligação entre os professores e os organismos mais próximos, diretores e autarcas e que possam representar perante esses pequenos poderes os anseios e reivindicações de todos os colegas independentemente de serem sindicalizados ou não e independentemente da situação contratual que começa a ser um labiríntica tantas as formas que se revestem.
Será do interesse de todos estar a situação regulamentada por lei, em todo o caso, a partir de Setembro, nas escolas onde estamos colocados, será bom começarmos a mobilizar-nos para esta solução, ou outra, que garanta a nossa defesa perante as previsíveis arbitrariedades das direções dos agrupamentos e dos autarcas responsáveis pela educação, bem como de empresas contratadas ou subcontratadas para trabalharem nas escolas e que fazem tábua rasa dos direitos e dignidade profissional dos professores, tratando-os como se seus funcionários se tratassem.
Se as condições administrativas, de gestão e as relações laborais foram radicalmente alteradas, parece-me fazer todo o sentido que esta nova situação exige da nossa parte, também uma resposta inovadora e criativa nos modos como nos organizamos profissionalmente, esta resposta exige maleabilidade e adaptabilidade a cada caso, a cada agrupamento, a cada escola, a cada diretor, a nossa resposta.
A nova estrutura que aqui proponho, que para já chamarei de comissão de professores, não deverá nem poderá substituir o papel imprescindível dos sindicatos, mas complementá-lo, abrangendo todos os professores num mesmo local de trabalho, criando condições para negociar e reivindicar na hora e agilizar as formas de responder pela defesa da classe docente respondendo célere e vigorosamente a todos os ataques de que estamos a ser alvo.
Colegas, não esqueçam, se não lutarem para impor os vossos direitos, ninguém o fará por vós!


Jaime Crespo, Professor do 1º CEB